Ouço ruídos na garagem Corro com a garrafa de desinfetante em punho, como se fora uma arma de extermínio Mas lá está você Minha boa visitante Que aquieta-se Ao som da minha voz Que parece entender-me E ainda faz pose para uma simples foto sem nenhuma pretensão de ser artística E não o é Artística és tu, Mãe Natureza!